Pra Que Lado… tem Férias e dica!!

Férias, gente! Elas chegaram! Depois de um ano tão intenso, eu mereço.

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Pelos próximos 20 dias vai ter muito rolézinho e dicas dazoropa por aqui! Fiquem ligados.

Como bônus desse post que foi o mais sem conteúdo de toda a história do Pra Que Lado, queria compartilhar com vocês um aplicativo MUITO BOM de planejamento de viagens, o Tripomatic.

Se você está planejando uma viagem, recomendo muito. Você joga lá os dias que vai ficar em cada lugar, e então, ele te sugere os pontos turísticos, restaurantes, lojas. Aí você seleciona cada um dos lugares onde quer ir e define o dia que iria neles. O aplicativo reúne toda a programação e joga num mapa. Assim você consegue ver o que fica perto do que e otimiza seu tempo.

Outra coisa legal é que você gera um login e pode programar toda a viagem no computador (bem mais fácil). Depois, quando abre no celular, já tá tudo lá. Sério, achei demais!

Bem, é isso. Aguardem as cenas dos próximos capítulos 😉

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Pra Que Lado… é o mundo: Barcelona

Ano passado, depois de uma semana completamente sozinha em Londres, fui pra Barcelona, onde estava quase toda a minha família. Uma prima minha que mora lá ia se casar e fizemos uma caravana brasileira pra prestigiar. Acho que posso dizer que essa foi a viagem mais incrível da minha vida. Uma semana curtindo a minha – ótima (hehe) – companhia e uma semana com a família inteira.

Pra começar, a hospedagem. Barcelona é uma cidade que eu moraria fácil. Lembra muito o Rio em algumas coisas e, por isso, meio que me senti em casa. O fato de termos alugado um apartamento ajudou também. É muito legal quando você aluga porque realmente você sente que mora ali por um tempinho. Passa no mercado e compra comidinhas, essas coisas.

Achamos o nosso lar-por-uma-semana no http://www.friendlyrentals.com/ Não tem opções apenas em Barcelona, mas em várias outras cidades.

O nosso AP ficava no El Born, um bairro super agitado, cheio de barzinhos e restaurantes, com características bem medievais e metrô por perto. Eu adorei a localização. Apesar do metrô, fazia muita coisa andando mesmo.

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(fora a foto “encostada no poste” que eu tenho certeza que é no Born, já não lembro mais se tem Bairro Gótico misturado aí no meio. Mas eles são bem parecidos).

Fiquei uma semana por lá, o que é legal porque dá pra viver mesmo a cidade. Eu acordava, dava um pulo na praia da Barceloneta (que não é das mais lindas, mas supre a carência de praia) pra um mergulho ou pra andar de skate (radical!)

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E Barcelona é super conhecida pela arquitetura. Meu tio é arquiteto, morou lá algumas vezes ao longo da vida, e ficava falando de todos os detalhes das construções, dos prédios super diferentes que você encontra por lá e, realmente, dá vontade de fazer algum curso de arquitetura lá – mesmo não sendo arquiteta, tenho uma quedinha, já que metade da minha família é.

O arquiteto mais consagrado de todos e um patrimônio de Barcelona, praticamente, é o Gaudi. As construções dele são os principais pontos turísticos da cidade e realmente, são incríveis.

Sagrada Família

Essa igreja está em construção desde 1983 e ainda não acabou. Foi na frente dela que Gaudí foi atropelado e morto. Talvez por isso a finalização dela esteja tão encantada e não termine nunca.

Tem uma fila monstruosa para entrar, mas no dia que fomos, estava chovendo e, por isso, estava um pouco menor. Mas, por outro lado, não conseguimos subir até o topo dela, por causa do tempo ruim. Tente ir quando não estiver chovendo 😉

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Park Güell

Esse parque, que fica no aaaalto de Barcelona, foi construído por Gaudí para a família Güell, mas logo virou um parque público. De lá você tem uma vista panorâmica da cidade.

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La Pedrera

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Casa Batló (minha preferida)

Não sei muito bem a história desse prédio, mas a fachada dele é completamente diferente de tudo que você já viu. As janelas parecem máscaras e, quando você entra, se sente no fundo do mar. Gaudí tem essa característica de usar muitos detalhes da natureza.

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Saindo do circuito Gaudí, vamos pra outro ponto da cidade, o Montjuïc. Lá fica a Fundació Juan Miró, que eu gosto muito, e o incrível Museu Nacional D’Art de Catalunya. Eu não entrei lá, pois estávamos com um pouco de pressa, mas o lugar é maravilhoso. É uma casa enorme e linda, no alto de um morro e escadas que, a cada pavimento que você desce, você tem uma nova paisagem do museu.

Miró

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 Museu

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Barcelona ainda tem mais um monte de coisas incríveis pra fazer. Aguardem uma parte 2 desse post 😉

Beijos

Pra que lado… é o mundo: Londres

Ontem eu comecei a divulgar aos poucos esse blog (tava meio tímida até agora) e fiquei meio psyco acompanhando as estatísticas. hehe 

Aí, vi que o post mais acessado até agora tinha sido o com dicas de Berlim, então resolvi fazer outro post com dicas de viagem. Nesse caso, uma que sem dúvidas, me deixou muito feliz.

Se tem uma coisa que eu recomendo pra todo mundo é: faça uma viagem sozinho.

A minha primeira foi ano passado, pra Londres. Sempre tive muita vontade de ir pra lá e a falta de namorado ou amigas com férias compatíveis me fez dar a louca e ir sozinha mesmo.

Gente, é muito bom. Além de ser um momento para você colocar os pensamentos em dia, pensar em você mesmo, você só faz o que quer, vai pra onde bem entender…. enfim, vá! Londres é uma cidade que eu super recomendo ir all by yourself. É TANTA coisa pra fazer não vai ter tempo pra carência. Juro.

Vou falar aqui de lugar que eu fui um pouquinho longe do lugar comum. Dicas sobre a London Eye, Tate Britain, Modern e todos os pontos turísticos clássicos, vocês encontram em diversos sites e blogs por aí.

1. Saatchi Gallery

Quando coloquei no papel todos os lugares que queria ir em Londres, a Saatchi estava na lista. Chegando lá, era TANTA coisa pra fazer, que eu não conseguia encaixá-la no roteiro. Até que um dia saí com um pessoal e eles falaram que eu não podia deixar de ir. Fui no dia seguinte e, sério, é o máximo. Eu fui em alguns museus por lá, mas esse foi o que mais me marcou. É de arte moderna, que é a que eu mais gosto. Obras super diferentes. Não sei se dei sorte com a exposição que estava rolando lá, mas ainda assim recomendo. Eu fui num sábado (acho…) e rolava uma feirinha de comida (um mini Borough Market), onde eu acabei almoçando.

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2. Nothing Hill

Ok, não vou conseguir fugir dos pontos mega turísticos, mas essa cidade é tão legal, que nem a turistada vai te incomodar. Em Nothing Hill tem várias coisas pra fazer, mas duas coisas que fiz e recomendo são ir a feira da Portobello Road aos sábados (as melhores compras que fiz em Londres foram lá) e fazer uma aula de culinária no Recipease by Jamie Oliver. Essa é uma dica que pouca gente sabe, mas é super divertido. Não, não é o Jamie que dá a aula, infelizmente. No meu caso, foi uma chef de um dos restaurantes dele e ela tinha TODO o jeitão dele. Eu adoro cozinhar, então amei a experiência. No final, você senta a mesa com a sua turma (era eu e mais três), come o que você fez (fiz uma massa recheada com espinafre e ricota e um molho de manteiga com limão siciliano), bebe uma taça de vinho e fica conversando ali, sem hora para acabar. Se você estiver com viagem marcada pra Londres e curtir uma cozinha, entra nesse site aqui e vê as aulas disponíveis: http://www.jamieoliver.com/recipease/

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3. Borough Market

Acontece de quinta a sábado e é uma opção muito boa pra um almoço. É um mercadão, com barraquinhas de comidas de todas as partes do mundo. De sair rolando ❤

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4. Brick Lane

Em Brick Lane (a estação do metrô tem o mesmo nome) rola aos domingos uma feira enorme, parecida com a da Portobello Road, mas com menos coisa. O que achei mais legal lá são os grafittis que tem pelas ruas. Super coloridos.

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5. Pubs

A especialidade dos ingleses! A partir das 17hrs você já vê eles começando a encher, mas tudo acaba cedo por lá. Acho que a média do pint (chopp de meio litro) era de 5 libras. 5 libras de cervejas muito boas, vale lembrar. Meus três pubs preferidos foram o Hawley Arms (em Camden Town, era meio que a segunda casa da Amy Winehouse <3), o The Anchor (que fica a beira do Tâmisa. Como eu fui no verão, tava muito sol e muito calor, beber um chopp gelado, perto da brisa da água foi mara) e o Ain’t Nothing But (eles tem uma programação de Blues incrível! Vale ir uma noite pra se sentir como um londrino de raiz. No site tem a programação do mês).

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6. Hostel

Viajar sozinho pede uma hospedagem num hostel. Além de ser MUITO mais barato, você conhece gente de vários lugares do mundo, arruma uma companhia pro caso de bater uma solidão.

Super recomendo o que eu fiquei, o YHA. A localização era a melhor possível. Bem atrás da Oxford street, perto do fervo do Soho (ou seja, a noite as ruas ao redor nunca estavam 100% desertas) e uns 10 minutos a pé do metrô da Oxford Circus.

7. Chip 3G

Chegando em Londres, uma das primeiras coisas que eu fiz foi comprar um chip para usar o 3G no celular. Custa umas 30 libras e dura um mês. É muito útil, ainda mais se você está sozinho. Nunca vai se perder 😉

 

Outra cidade que acho que deve ser super tranquila de ir sozinho é Berlim. Dei umas dicas sobre lá aqui.

E você? Tem mais dicas de Londres um pouco diferentes das que todo mundo já sabe? Deixa ai nos comentários!

beijos

Pra que lado… é o mundo: Berlim

Essa Copa foi incrível! Sempre fui gringo friendly e adoro ver que eles amam o Brasil. E ver o mundo todo aqui me deixou muito feliz. Ver que eles se amarraram em tudo, então… Além disso, ter sempre um motivo pra reunir os amigos é algo que deixa qualquer um feliz da vida. Nada melhor. Não deu pra deixar a taça por um período aqui, mas a Alemanha mereceu e eu tava torcendo horrores (120 minutos de jogo foram o suficiente para que eu conseguisse descascar todo o esmalte que tava nas minhas unhas). Estudei dos 5 aos 18 anos de idade em uma escola alemã. Em algum momento da minha vida soube formular diversas frases na língua, coisa que, com o tempo, perdi total habilidade. Uma pena, queria muito conseguir voltar a praticar um pouco mais, mas falta tempo. Sempre. Nunca tinha ido pra Europa até 2 anos atrás e, quando rolou a oportunidade, tinha certeza que era pela Alemanha que eu queria começar. Por toda a ligação desde o colégio e também porque não é o destino mais comum do mundo, o que dá um charme ainda maior. Fui com a minha mãe e ficamos 10 dias rodando pela Alemanha: Berlim, Colônia, Dresden, Rothemburg ob der Tauber, Munique e Leipzig (em ordem do que gostei mais pro menos). Esse post fala da minha preferida: Berlim. Mas volto aqui em breve pra deixar dicas das outras também. Berlim Cheguei em Berlim e andava saltitando pelas ruas. Tive certeza que, se algum dia fosse morar fora do Brasil, seria alí. A cidade é incrível. Tem história e arte por todos os lados.

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1. Graffitis Berlim é tomada pela Street Art, uma mais incrível e linda que a outra. Eu sou muito suspeita pra falar, porque eu sou completamente apaixonada por Graffitis. Existem  alguns Walk tours bem legais que te levam pra galerias que você dificilmente descobriria sozinho. Eu não consegui fazer há dois anos atrás, mas esse ano volto pra lá e quero muito! Ah, e claro, também vale a passada pela East Side Gallery. Um pedaço do Muro de Berlim que ficou de pé e recebeu a contribuição de diversos artistas. 2. Museus Na Museumsinsel ficam alguns museus super legais. O Pergamon é o que mais vale a visita. Mas já que você está em Berlim e a história da Segunda Guerra vai acabar mexendo com você, eu recomendo muito a visita ao Museu Judáico. 3. Atrações turísticas mais clássicas Chegue em Berlim, largue as coisas no hotel/hostel/ap e vá direto conhecer o Portão de Brandemburgo. É o principal cartão postal da cidade, é onde você encontra os turistas e é um ponto de partida legal pra passear por alí. IMG_1961.JPG

Ali por perto, fica o Memorial do Holocausto

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E também mais ou menos por ali fica o Parlamento Alemão. Um prédio bem antigo, que foi super detonado durante a Guerra, mas foi todo reconstituído e, no alto dele, tem uma cúpula super moderna que você pode visitar e ver a cidade do alto. Já vi muitas pessoas dizendo que pegaram muita fila para entrar lá. Eu agendei com alguns dias de antecedência para o primeiro horário e nem entrei na fila. Dá pra agendar a sua visita aqui. IMG_1933.JPG

Outro clássico é a Alexander Platz, onde fica a Fernsehturm – também conhecida como a Torre de TV. Ali nos arredores da praça você encontra diversas lojas também. É um ponto excelente pra compras em Berlim.

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4. Campo de Concentração de Sachsenhausen Esse foi um dos passeios que eu fiz em Berlim que mais me marcou. Era um feriado, dia primeiro de maio e nada abria em Berlim. Aos feriados e domingos rolam algumas feiras que são bem legais também, mas se for escolher entre um ou outro, escolheria visitar esse lugar, que foi um campo de concentração real. Fiz naquele mesmo esquema do Walk Tours. Eles saíam cedinho e o ponto de encontro era no Portão de Brandemburgo. É um dia bem pesado, que você fica pensando como uma pessoa conseguiu manipular tantas outras, em como o preconceito pode ser fatal e dar graças a Deus que você não viveu aqueles momentos. Chegando no hotel, não consegui fazer mais nada. Só tomar um banho e dormir. Mas mesmo assim, vale a visita.

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5. Bares Não fiquei muito tempo em Berlim e estava com a minha mãe, que não é muito de sair a noite e não bebe. Mas lá você encontra diversos bares, com as melhores cervejas a preços ridículos, que te fazem querer ficar lá pra sempre! Uma amiga minha que tava morando em Hamburgo na época, foi me encontrar em Berlim e me levou num lugar que eu também não esqueço. O Weinerei. Basicamente, é o seguinte: Eles abrem o bar por volta das 18:00 (pelo menos na época que eu fui, era por aí), colocam um monte de comida em uma mesa e, no bar, tem diversas garrafas de vinhos que você pode escolher e beber o quanto você quiser. A comida segue o mesmo esquema. Você paga dois euros pra entrar e, na saída, você deixa o quanto acha que valeu a sua noite. NÃO É MARAVILHOSO?

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6. Metrô

Foi na hora de comprar um bilhete de metrô que vi meu anos de alemão fazendo efeito. Você entra na estação sem passar por catraca nenhuma e, ali pelo meio, tem uma maquininha que você compra o seu bilhete. Tem alguma opções (você pode escolher por que regiões vai andar, por quantos dias o seu bilhete dura, essas coisas) e, depois de imprimir o bilhete, você tem que validar em uma máquina do lado. Vez ou outra passa uma fiscalização pra conferir os bilhetes, então não se arrisque no jeitinho brasileiro.  

7. Hospedagem

Eu fiquei num hotel da rede TRYP. Ele fica na região do Mitte e perto da estação Schwartzkopfstrasse. Ali por perto não tem muito o que fazer. Sem muitos restaurantes e pouca coisa pra ver, mas ainda assim recomendaria, já que o metrô te leva pra todos os lugares. 

 

Bem, isso é basicamente o que eu lembro de dois anos atrás. Esse ano volto pra lá e faço um post complementar. Se alguém tiver mais dicas de lá, deixa aí nos comentários 😉

Beijos e auf wiedersehen!