O Norte de Amsterdam

Quando fechei a viagem pra Amsterdam já tava super em cima da hora e não tinham muitas opções de Hostels legais disponíveis. Só um chamado ClinkNOORD que parecia bem bonitinho, mas era no norte, região por lá que eu não sabia nada sobre.

Daí fui no TripAdvisor (passo meeega importante antes de fechar qualquer hotel ou hostel) ver o que as pessoas achavam dele e todos os comentários eram positivos, inclusive em relação a localização. Aí fechei.

Uma observação. Quando vocês fecham qualquer passagem ou hospedagem não dá um nervosinho no coração? Aquela sensação de que vaiiii rolar hahahaha Eu sempre fico assim. Ainda mais quando a viagem é sozinha.

Mas tá, voltando! hahaha aí depois de fechar tudo, comecei a catar o que fazer na cidade e descobri que o norte era a nova área cool de Amsterdam. Assim como o Brooklyn é em NY. Aí eu fiquei como? “caraaaaca, sou hypada mesmo sem quereeer” hahaha E realmente, tem muitas coisas muuuuito legais por lá.

O NDSM, que é a região do porto, tá toda descolada, cheia de arte. Um galpão abriga vários ateliês e de vez em quando rolam uns eventos.

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O painel do Kobra, fica por lá. O Pllek, que eu falei no último post, também. Também existe um outro restaurante descoladinho chamado Noorderlicht Cafe. Só que o dia que fui nele, ele tava fechado.

Pra chegar lá, você pega o Ferry atrás da Estação Central de trem. Fiz uma linda ilustração feat. Google Maps pra deixar mais claro o how to get there hahaha

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Existem algumas linhas de ferry saindo da Centraal. Pra chegar nessa região do porto, tem que pegar a linha que vai pro NDSM-veer. E aí você sai ali pertinho de tudo, olha:

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No IJ-Hallen rola uma super feira de antiguidades que quando eu fui não tava rolando (só dei sorte como vocês podem ver hahaha), mas dizem que é incrível!

Indo para outra direção do norte, pegando o Ferry em direção a Buiksloterweg, você chega em outra área, já mais moderna. O meu Hostel ficava por alí. E é por ali que ficam o EYE Museum e o A’DAM.

EYE Museum

É um museu de cinema MUITO incrível. A arquitetura do lugar já grita sozinha, quando você entra lá é ainda mais legal. O espaço do café tem uma vibe de sala de cinema, com degraus enormes por onde as mesas ficam espalhadas. Eles tem uma exposição que fica sempre lá que conta um pouco da evolução do cinema, das câmeras, da forma como se assistia antes e agora. É bem legal e gratuita. E uma exposição temporária paga.

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Lá também funciona um cinema mesmo. Então você pode ir pra assistir um filminho se quiser também.

A’DAM

Fica bem do lado do EYE. É um prédio mais altão que lá nos últimos andares fizeram um bar/restaurante que você pode ir pra tomar uns bons drink, admirar a vista, ver o pôr do sol. E, se animar, ir pro terraço e dar uma balançada no balanço mais alto da Europa. Gente, é uma delícia!!

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Pra sentar no restaurante você precisa reservarzZzZz. Mas pra tomar uma bebidinha qualquer, rola. É só ir no balcão e pegar a sua.

O Norte antigamente não era um lugar muito legal, alguns me disseram que ainda não é suuuuper seguro. Outros me disseram que Amsterdam é segura em todos os cantos. Eu andava por ali todas as horas do dia e da noite e não vi nada, nenhum problema. Muito pelo contrário. Era super calminho. Mas eu também tava ali do lado do EYE. Talvez mais pra dentro não seja tãooo maneiro. Mas, com certeza, é uma área que em breve vai estar ainda mais maneira.

E a vista. Aaaah a vista ❤

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Comendo em Amsterdam

Se você me viu esses dias no Instagram, reparou que eu andei floodando a timeline de todo mundo com um milhão de fotos por dia em Amsterdam.

Depois de muito trabalho durante as Olimpíadas, consegui uma semaninha pra descansar. Uma das minhas melhores amigas se mudou pra Haia, que fica a uma hora de Amsterdam. Então achei que seria uma boa cidade pra descansar a cabeça e ainda, de quebra, fazer uma visitinha e conhecer a cidade dela.

Há dois anos atrás fui pra Amsterdam e coloquei dicas gerais aqui. Dessa vez fiquei bem mais tempo, então deu pra ver coisas novas e descobrir cantinhos diferentes.

Vou quebrar em alguns posts por aqui, começando com esse. Os lugares que eu fui pra comer e mais gostei.

Amsterdam é TOTAL a cidade da larica. Eu fui pra lá pensando que ia me entupir de batata frita e waffle com nutella hahahaha mas chegando lá, não tive vontade NENHUMA de comer essas coisas. Até comi uma vez cada uma dessas coisas (quer dizer, batata frita é impossível. Tudo vem com batata frita hahaha), mas foi só.

Então me aprofundei na busca de onde comer (nada rebuscado, gente. Não sou dessas hahaha), então aqui vão os quatro que eu mais gostei.

 

Pllek

O Pllek é um restaurante durante o dia e a noite vira uma nightzinha. Não cheguei a ir a noite, mas durante o dia é incrível! O espaço é todo formado por containers, que beiram o rio e forma tipo uma praiazinha. No verão bomba! Assim como a maioria dos restaurantes de Amsterdam, as opções de comida passam entre sanduíches e salada. Sem muitas opções de comida comiiiiida mesmo, como a gente tá acostumado. Mas quem liga ne?? hahaha

Como chegar: O Pllek fica no norte de Amsterdam (vai ter post sobre o norte ainda, aguardem!). Pra chegar lá é só pegar o ferry que fica atrás da estação Central. Existem dois destinos no Ferry, você tem que pegar o que vai pro NDSM, que é o Porto. De lá, você anda um pouquinho e chega lá.

Endereço: TT Neveritaweg 59, Amsterdam

 

Esqueça tudo que você conhece sobre hamburguer, o do Lombardo’s faz todas as definições de hamburger serem atualizadas hahahaha. O lugar é bem apertadinho e não tem muito essa de sentar e ficar. É comer e sair, porque os balcões são concorridos. Mas é tudo bem de boas, sem pressão. Os atendentes são MUITO simpáticos. Fazem questão de saber o que você achou do sanduíche no final. Enfim, tem que ir.
Como chegar: Fica em uma das 9 Straatjes, lugar que muito provavelmente vai estar no seu roteiro tradicional de Amsterdam. Então encaixe o Lombardo’s no seu almoço e tudo certo 🙂
Endereço: Nieuwe Spiegelstraat 50, 1017 DG Amsterdam
Lugar MUITO delícia pra tomar um café da manhã sem pressa ou um cafézinho a tarde. Fica numa esquininha, com vista pra um canal. Vende os cafés locais e mais outras coisas bem fofas. Misteriosamente, depois de ir lá, durante todo o dia, em todas as lojas que eu entrava, tinha uma música da Amy Winehouse tocando EU JURO! hahahaha

Endereço: Weteringstraat 48, 1017 SP Amsterdam

No meu último dia por Amsterdam queria tomar café da manhã em um lugar legal e as minhas dicas já tinham acabado. Perguntei pra um amigo que tinha conhecido lá o que ele recomendava. Ele disse que eu TINHA QUE IR no CT. E lá fui eu. GENTE! Que fofura de lugar! Dá vontade de passar o dia inteiro lá, fazer todas as refeições ao mesmo tempo hahaha Pena que eu só fui conhecer no último dia, senão com certeza voltava lá pra um almoço.
Endereço: Ceintuurbaan 282-284, Amsterdam
Agora uma dica geral de Amsterdam que vale muito para os lugares de comer. A cidade toda é suuuper a frente do tempo. E eles são EXTREMAMENTE preocupados com sustentabilidade. Qualquer lugar que você for comprar alguma coisa, eles não dão sacola – a não ser que você pague, claro. E a novidade agora é que muitos lugares simplesmente não aceitam mais dinheiro vivo. Só cartão. Eu me dei um pouco mal nisso, porque eu não consegui habilitar meu cartão pra usar fora (valeeeeu Itaú!) e só fui com dinheiro mesmo. A sorte é que os lugares que não aceitam dinheiro normalmente tem uma placa avisando, mas sempre vale perguntar antes de comer pra não ter problemas depois e ter que ficar por lá lavando a louça hahaha
O Foodhallen é um lugar bem legal pra ir comer também. É como se fossem vários restaurantes em um lugar só, com mesas no meio. Com comidas de vários lugares do mundo. Só que quase todos só aceitavam cartão. E eu fui obrigada a comer um hamburger hahahaha Não que isso fosse um problema, neammm
Se você tem alguma dica de lugar incrível pra comer em Amsterdam, deixa aí nos comentários!

Pra Que Lado… é o Mundo: Planejando a Europa

 

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Quando comecei a falar da viagem aqui algumas pessoas me pediram dicas de como planejar uma viagem para Europa. Muitos pensam que ir pra lá é muito caro e nunca vai dar, mas olha gente… dá sim! É só querer e fazer um esforcinho 😉

1. Começando… Pra começar, sim é carinho. O Euro é uma moeda 3x mais cara que o Real, então só daí, a gente começa em desvantagem. Triste, mas é o que temos, então vamos só pensar que é possível!

1.1. Faça uma poupança para suas viagens. Assim que você receber seu salário, passe uma graninha pra lá, mesmo que não tenha nenhuma viagem planejada ainda. É muito mais fácil começar a pensar na viagem quando você já tem um dinheirinho pra começar. Além disso, se surgir alguma promoção de passagem, você já consegue pagar.

2. Passagem aérea.

2.1.Quanto antes você comprar a sua passagem mais barata ela sai. Dessa vez eu comprei a minha passagem com 5 meses de antecedência. Ida e volta + um trecho interno foi por volta de R$2.500,00. Foi a passagem para a Europa mais barata que eu já comprei. Normalmente eu pesquiso os preços em todas as companhias aéreas antes de fechar.

2.2. Outra coisa muito importante para ficar atento são os horários dos vôos. Não compensa pagar menos numa passagem que você vai fazer escalas longas e/ou em horários ruins. Também é muito arriscado pegar conexões com horários muito apertados. Por exemplo, eu fui do Rio para Lisboa e de Lisboa para Paris. Entre um vôo e outro davam mais ou menos 2:30 hrs. Acho que esse é um bom tempo de conexão. Se o seu vôo atrasa uma hora (como aconteceu com a gente), você ainda tem tempo de se encontrar no aeroporto, passar pela imigração e, se pá, ver umas lojinhas hehehe

2.2. O legal de comprar a passagem com antecedência é que, a partir do momento que você fecha a sua, você entra automaticamente em modo de viagem e na contagem regressiva. E não tem sensação melhor que essa! Esses cinco meses foram os meses que eu mais juntei dinheiro. Vivi na miséria (#alertaexagero) por aqui pra não passar nenhum perrengue de dinheiro por lá.

2.3. “Comprei a passagem, já tá tudo certo com o avião, né?” Bem, deveria, mas as vezes as cias aéreas cancelam os vôos. Não acontece sempre, claro, mas eu sou meio neurótica, então de tempos em tempos, entrava lá no site pra ver se tava tudo certo e confirmado.

3. Hospedagem.

3.1. É nesse momento que você vai definir o nível da sua viagem. Existem hospedagens para todos os gostos e bolsos. O meu preferido é alugar um apartamento. Não tem nada mais confortável. Tem alguns sites legais pra você achar a sua “casa longe de casa” como o Friendly Rentals e o Airbnb. Dá pra encontar um ap legal e mais barato que muito hotel.

3.2. Só uma dica nada a ver, alguns apartamentos nesses sites são TÃO LINDOS que servem até como inspiração pra decoração #ficadica

3.3. Leia os comentários de quem se hospedou no apartamento que você se interessou. Daí você já consegue ver o que acham do apartamento e da localização dele. Ficar atento a localização é muito importante. Arredores ruins da hospedagem são capazes de deixar a sua visão da cidade completamente distorcida e pra baixo, por mais legal que ela seja.

3.3. Se mesmo depois deu dizer que apartamento é a melhor forma de hospedagem, você ainda quer ficar em hotel, ok eu te ajudo. Abre o Booking.com, digita lá a cidade que você vai, coloca o seu filtro de preço e procura. Pelo Booking, você já percebe um “cheiro” da qualidade do hotel, pelas notas que as pessoas deram, MAS NÃO FECHE NADA AINDA. Pegue o nome do hotel que você viu e jogue no Tripadvisor.

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Eu só fecho o hotel quando ele passa das quatro bolinhas em todos os quesitos. Também é legal ler as opiniões que ficam logo abaixo desse quadrinho.

3.4. Eu acho melhor quando o hotel te dá a opção de pagar na hora que você chega lá, por alguns motivos: Se você tiver algum imprevisto na viagem, pode cancelar a hospedagem pagando apenas uma pequena taxa ou as vezes taxa nenhuma. Você também não vai precisar pagar o maldito e absurdo IOF do cartão de crédito. Se você leva em dinheiro vivo e paga lá na hora, o custo do IOF é bem menor. Aliás, se for pra dizer um ponto negativo do Airbnb é esse, o pagamento é sempre antecipado.

3.5. Se você quer uma viagem mais low cost ou tá viajando sozinho, os albergues na Europa são a melhor opção. Eu sempre busco no Hostelworld e antes de fechar, faço o mesmo esquema de jogar no Tripadvisor. Quando o assunto é hostel, esse passo é imprescindível.

4. Trem na Europa.

4.1. Não tem nada mais civilizado do que viajar de trem pela Europa. É o melhor meio de transporte disparado. Muito mais confortável que avião, te leva pra qualquer lugar e te deixa no centro da cidade (os aeroportos costumam ser bem mais afastados). Alguns trens mais longos tem vagão de restaurante, o que é muito legal. A comida pode não ser excelente, mas é um experiência, vai. E te garanto, é muito melhor do que comida requentada de avião.

4.2. As paisagens das viagens pela Europa são lindas. Algumas são marcantes (pra mim, a viagem de Berlim pra Praga foi de tirar o fôlego. Suspirei várias vezes).

4.3. “Tá bem, Laura. Já entendi que é o máximo. E como eu adquiro essa maravilha?” Bem, você tem algumas opções.

4.3.1. Você pode comprar sua passagem lá na estação de trem alguns dias antes de viajar. Fiz isso na Itália, há dois anos atrás e não tive nenhum problema (comprei uns três dias antes das viagens). Se você não tem muitas rotas, só um dia ou dois de viagens, acho que é a melhor opção.

4.3.2. Você pode fazer como eu fiz, comprando um passe do Eurail.  Existem alguns tipos de passes que você pode comprar antecipado, que não te deixam presos a nenhum trecho. Você só tem que checar se não é preciso reservar o assento antes. Se não precisa, é só entrar no trem e ser feliz. O meu foi o Select Pass. Com ele eu podia fazer 5 dias de viagens durante dois meses (não precisam ser 5 dias corridos).

4.4. Usando o passe. 

4.4.1. Você pode comprar o seu passe daqui do Brasil e ele chega em casa super rápido. É só escolher o tipo que você quer (aqui tem as opções), selecionar os países, a classe (vale a pena investir na primeira classe. O valor não é muito diferente, mas o conforto faz toda a diferença) e pronto.

4.4.2. Dica de ouro: Para alguns trechos mais longos e com poucos trens por dia, é importante você reservar seu assento. É possível que você entre no trem e todos eles estejam reservados e você vai acabar em pé. Quase demos azar com isso, mas no fim, tudo certo. Os trens que saem da França também pedem reserva e os assentos para esse passe são limitados, logo, acabam muito rápido. Passamos por essa situação quando fomos de Paris para Bruxelas. O trem direto levaria 1:22hr, mas não reservamos com antecedência. Chegando lá estava tudo lotado e tivemos que fazer uma rota alternativa que demorou 4 horas. #fail

4.4.3. Nessa página do site do Eurail você consegue ver todos os horários de todos os trens da Europa. É ótimo já sair do Brasil com isso programado. Mas nada impede que você mude na hora, claro. Aí você também consegue ver se o trem que você vai pegar precisa de reserva ou não.

4.4.4. Chegando na estação de trem pra sua primeira viagem, você precisa achar um guichê de vendas e carimbar o passe. Ele só é válido depois que você faz isso. Os dois meses (como no meu caso) contam a partir desse dia.

4.4.5. Quando você entra no trem, você precisa anotar o dia que está viajando na primeira página (logo logo um fiscal passa para conferir e validar a sua viagem) e anotar a viagem que está fazendo no relatório do passe (dessa eu nem sabia e quase fomos multados. Sorte que alguns fiscais são bonzinhos e dão licença poética pra gringalhada, mas vai que…).

4.4.6. O fiscal passou? Tudo certo, pode curtir a viagem e apreciar a vista. De tempos em tempos ele pode passar de novo e esquecer que já te viu, mas é só mostrar o passe novamente que ele lembra quem é você 😉

4.7. Chegando ao destino. Algumas cidades tem mais de uma estação de trem. Pode ser que a central não seja a mais próxima do lugar que você vai se hospedar, então dê uma checada antes e veja qual é a mais perto para você.

 

Pronto! Acho que depois de ler todo esse testamento você está pronto pra viajar pra Europa.

Espero que tenha sido útil. Se tiverem mais alguma dúvida, deixem aí nos comentários que eu respondo!

Beijos e boa viagem!

Pra Que Lado… é o Mundo: Praga e Lisboa

Olááá pessoal,

Estamos chegando ao fim dessa epopéia européia! Juntei os dois últimos destinos (apesar de um não ter nada a ver com o outro) porque fiquei muuuito pouquinho em cada um, então não tenho mega dicas. Mas tenho poucas e boas!

 

Praga

Originalmente, ficaria em Praga por duas noites, mas graças a fofinha da Deutsche Bahn (que opera os trens e alguns metrôs da Alemanha e estava em greve), acabei ficando uma noite só. Como o nosso vôo pra Lisboa saía de lá só as 8 da noite, ficamos um pouco mais que 24 horas por lá.

Antes de começar a falar de Praga, quero falar da viagem até lá. Saindo de Berlin, dá um pouquinho mais que quatro horas de viagem de trem. E, sério, foi uma das viagens de trem mais lindas que já fiz. O trilho margeia um rio durante quase toda a viagem, em um certo momento, passamos por um campo cheeeeio de girassóis. Coisa linda ❤

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Praga é uma cidade super bonitinha, mas LOTADA de turistas. Isso me incomoda um pouco. A paisagem sempre fica um pouco poluída com aquele monte de gente com as câmeras mirando pra todos os lados. Ainda mais porque a zona turística de Praga é bem pequena então não tem muito pra onde fugir.

E claro que uma cidade lotada de turistas concentra vários engana-turistas. A moeda em Praga não é o Euro e sim a Coroa Tcheca. Com um Euro você compra 27 Coroas (isso quando a gente foi, mas acho que não é uma taxa com variação muito alta). Logo na estação de trem (e acredito que no aeroporto também) você já encontra algumas casas de câmbio. Nós, mal informados, trocamos na primeira que entramos e não vimos que eles cobravam 19% de comissão. NÃO FAÇAM ISSO! Nem para pegar o taxi até o hotel/casa/hostel. O taxi que a gente pegou aceitava Euro e na cidade tinha 500 mil casas de câmbio que tinham a mesma cotação e não cobravam comissão. Ódio!

Muitos restaurantes e lojas lá também aceitam Euro, então sugiro que você só troque suas Tchequinhas quando for precisar delas de fato. Quando estava acabando nosso tempo em Praga saímos que nem loucos tentando gastar tudo que tínhamos trocado.

Sobre as atrações de Praga, as que mais gostei foram a Ponte Carlos, que tem uma vista super bonita, e o Castelo de Praga. E, sinceramente, é isso. Ai, não me matem, mas acho que tem tantos lugares mais interessantes no mundo pra conhecer… Mas que a cidade é uma gracinha, isso é.

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Lisboa

Pelo roteiro que a gente fez, Lisboa seria um peixe fora d’água, completamente diferente das outras cidades. Como viajamos de TAP e teríamos que dormir uma noite lá de qualquer forma, resolvemos dormir duas, assim teríamos um dia pra dar uma olhada rápida no que os nossos colonizadores tem. E que surpresa!

Depois de passar por países de línguas tão diferentes da nossa, chegar em Lisboa faz você se sentir quase em casa.

Nosso vôo de Praga pra lá atrasou muito e chegamos no hotel por volta de meia-noite. Chegar morta num hotel com paredes de azulejos portugueses e recepcionista de nome Manuel foi quase como um abraço.

Dormimos, acordamos cedo e fomos pra Belém. Tínhamos algumas dicas do que fazer lá, como a Torre de Belém, os pastéis e o Mosteiro dos Jerônimos. Mas era muita fila pra pouco tempo. Entramos na Torre de Belém e posso dizer que ela vale mais a pena do lado de fora do que dentro. É fila pra entrar, pra subir, pra descer, não vale a pena. Depois caminhamos ali pela beira do rio mais um pouquinho e fomos pro Parque das Nações.

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Essa região é bem diferente do resto da cidade. Super moderna e é lá que fica o Oceanário de Lisboa, que é incrível! Vale muito a visita.

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Quando estávamos chegando lá, esbarramos com um casal de amigos que também estava na cidade e eles deram a dica de irmos assistir o pôr do sol do Castelo de São Jorge. Esse é outro programa muito legal pra fazer por lá. É um pouquiiiinho cansativo subir as ruelas até chegar lá, mas vale muito a pena. A vista do alto da cidade é linda, todo o espaço do castelo é bem legal e o pôr do sol, por si só, já é um espetáculo em qualquer lugar do mundo.

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Acho que Lisboa está na fase dos Food Trucks e lá no Castelo tinha um que vendia tacinhas de vinho pra você beber enquanto curte a vista, o “Wine with a view“. Ou você pode chamar também de “Isso é Muito Férias” ou “Quero uma Taça de Vinho a cada Pôr do Sol” ou etc. hahahaha sério, é demais.

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A noite, fomos encontrar o casal amigo e mais um casal amigo deles que mora em Lisboa no Bairro Alto. Uma espécie de Santa Tereza, misturada com Lapa, cheio de bares e super animado. Pelo que o casal local nos falou, o pessoal costuma fazer a pré ali pra depois seguir pra night em outro lugar.

No dia seguinte, tínhamos uma manhã pra aproveitar os arredores do nosso hotel, que era no Chiado. Lá tem várias lojas, então fomos gastar os Euros que restavam. Entre elas, a loja A Vida Portuguesa, que é uma lojinha vintage e a coisa mais linda do mundo. Uma das coisas que mais gostei em Lisboa é o quanto eles gostam de manter as tradições vivas. Os azulejos são um orgulho, as lojas portuguesas não passaram por reformulações para parecerem modernas, enfim… ai, acho que tô apaixonada.

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Nessa loja encontrei os moleskines mais lindos do mundo, que são o assunto do próximo post.

 

Ai, fazer esses posts de viagem dão um apertinho de saudade no coração. Acho que viajar tem uma magia que fica ainda maior quando você volta. Relembrar os momentos, contar pros amigos, rever as fotos… é melhor que qualquer terapia.

 

Gostaram das dicas? Estou pensando em fazer um post com dicas de planejamento de viagem, como funciona o trem na Europa etc. O que acham?

Beijos,

Pra Que Lado… é o Mundo: Berlin

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Minha paixão pela Europa começou por essa cidade. Berlin foi o primeiro lugar na Europa onde eu coloquei os pés, o que me faz ser um pouco diferente da maioria das pessoas que vão pro velho continente. A Alemanha normalmente é uma das últimas opções, mas pra mim, sempre foi a primeira. Estudei em um colégio alemão e, por isso, sempre tive vontade de ir pra lá. Minha primeira vez em Berlin foi em uma primavera (maio, pra ser mais exata). Os dias estavam todos lindos e eu andava saltitando pelas ruas. Tinha certeza de que, se fosse pra escolher um lugar pra morar, que não fosse o Rio, seria lá. Até fiz um post com dicas de lá aqui.

Dessa vez, a sensação foi um pouco diferente, por alguns motivos:

– O trem na Alemanha estava em greve, bem na época que estávamos chegando ou indo embora. Por sorte, a greve sempre encerrava no dia seguinte que a gente teria que pegar o trem, então não passamos por nenhum graaande perrengue. Mas eu não consegui ficar tranquila o suficiente e curtir a cidade na boa.

– A concorrência. Paris e Amsterdam são cidades MUITO bonitas. Berlin tem todo o seu charme, claro. Mas a concorrência estava pesada e o nível lá em cima.

– O clima. Berlin na primavera e no outono, que eu fui dessa vez, são completamente diferentes. Só posso imaginar a diferença do inverno para o verão… E isso influencia diretamente no humor das pessoas nas ruas.

 

Mas não me entenda mal. Berlin ainda é uma das minhas cidades preferidas no mundo. Ainda fico com vontade de morar lá, mas se for para visitar, recomendo que você escolha a primavera ou o verão.

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O mais legal da passagem pela cidade dessa vez é que fiz coisas que não tinha feito da primeira vez.

– Eu acho a torre de TV linda. Eu fico até meio boba porque, de qualquer lugar que dê pra avistá-la eu aponto e falo “olha a torre lá!” hahaha E dessa vez, estava rolando o Festival de Luzes de Berlin. Então ela estava super iluminada, com luzes piscantes, que mudavam de cor. Enfim, fiquei bobassa. Subimos na torre a noite, quando a fila de espera é bem menor. Lá funciona assim: Você compra o seu ingresso e eles já te dizem por volta de que hora vai chegar a sua vez de subir, então você pode comprar o ticket e dar uma voltinha pela Alexanderplatz, onde ela fica. A Alexanderplatz concentra boa parte das lojas e shoppings de Berlin. Também tem algumas ruas nos arredores com lojas muito boas.

Lá em cima você pode comprar uma bebidinha e ver a cidade inteira do alto. Também tem um restaurante lá. Não sei se é bom. Deve ser.

O ticket pra subir custa de 23 Euros.

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– Sou louca pelo Museu Judaico de Berlin. Adoro museus interativos e lá é super interativo. Num nível até infantil, eu diria. Mas eu gosto muito.

– Outro museu que fomos dessa vez e eu não tinha ido é o Pergamon. Ele fica na Museumsinsel, que é um lugar bem incrível, na verdade. É a região que concentra alguns dos principais museus de Berlin. O lugar é super bonito e está passando por uma revitalização agora pra ficar ainda melhor. Recomendo muito. O Pergamon é lindo!

– Um programa legal de fazer é fechar um walk tour pelas regiões dos grafites de Berlin. Os mais famosos ficam em Kreuzberg, além da clássica East Side Gallery. É claro que você pode fazer o passeio por conta própria, mas o que eu mais gostei foi de ter uma explicação sobre cada arte. Tudo faz muito mais sentido.

Fechei o nosso com o Original Berlin Tours. É gratuito. No final, você paga a quantia que acha que valeu o passeio. Existem outros passeios a pé também. Vale dar uma olhadinha no site e procurar o que tem mais a ver com você.

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Agora o programa mais imperdível de Berlin, na minha humilde opinião.

Para começar, eu imploro que você considere o domingo em Berlin ao montar o seu roteiro. Nada abre na cidade, mas rola o Flohmärkt no Mauerpark. Se você der sorte como nós demos, estará sol e você nunca vai esquecer esse dia.

Nada mais é do que uma feira incrível que acontece em um dos parques de Berlin. A feira tem alguns achados muito bons (ainda vou fazer um post para falar de um deles), além de várias barraquinhas de comida e bebida. Aí você pega os seus comes e bebes e vai para o lado de fora da feira, onde tem um mega gramado. Nesse gramado, alguns grupos se juntam e fazem mini showzinhos. E é impressionante como rola música boa. Eu me senti num festival de verdade.

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Essa última foto é de um karaoke que sempre rola por lá. Qualquer um pode subir ali e cantar pra essa pequena platéia. Tem coragem? O lado bom é que eu só vi aplausos. Não vaiaram ninguém hahaha

 

Andando pela cidade, é impossível não lembra de Hitler, da guerra, do muro. E, por incrível que pareça, te faz pensar na vida (profundo, hein?). Por isso, recomendo muito que você inclua a Alemanha nos seus planos europeus. As cidades são super tranquilas e fogem de vários roteiros turísticos, então você acaba não vendo grupos imensos de turistas pelas ruas. Além de Berlin, eu amo Colônia e Rothemburg ob der Tauber.

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Auf wiedersehen!

Pra Que Lado… é o Mundo: Amsterdam

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Já começo esse post com um suspiro. Depois de sair de Bruxelas, fomos para Amsterdam que é uma das cidades mais lindas e fofinhas da Europa. A quantidade de bicicletas que você vê pela rua é inacreditável e muitas pessoas falaram para alugarmos uma bike para andar pela cidade. Fomos teimosos e fizemos tudo a pé, que eu acredito ser a melhor forma de conhecer uma cidade.

A parte principal de Amsterdam é bem pequena então você realmente não precisa se preocupar em pegar o Tram ou ônibus. Então aqui fica a primeira dica: quando for reservar seu hotel, apartamento ou hostel, leve em conta a localização dele.

Duas coisas que acho essencial fazer antes de reservar o lugar que eu vou ficar:

– Ver como o hotel/hostel é classificado no TripAdvisor (nunca feche nada sem fazer isso. As opiniões lá são muito mais sinceras que nos sites de reserva, além das avaliações serem bem mais completas e profundas #ficadica

– Pesquisar os lugares que quero visitar na cidade e jogar no Google Maps os endereços para saber se estou ficando em um lugar muito longe. Além disso, você já começa a conhecer um pouquinho da cidade mesmo antes de chegar (sou capaz de ficar horas passeando pelo Street View #nerd).

 

Imperdíveis:

– Experimentar todos os queijos nas inúmeras lojinhas que vendem queijos pela cidade. Eu trouxe dois pro Brasil.

– Comer waffle de Nutella, Stroopwaffle feito na hora, batata frita no cone. Todos esses vendem em barraquinhas que você encontra em qualquer lugar. Pela minha experiência, o Waffle de Nutella é melhor nas barraquinhas do que nas lojas hehehe

– Quando você começa a pedir dicas do que fazer em Amsterdam, todos dizem que o Museu Van Gogh, Casa de Anne Frank e o Rijks Museum são imperdíveis. Quero então incluir mais um na lista: o Stedelijk Museum. Ele fica na Museum Plein (assim como o Rijks e Van Gogh e o i amsterdam sign, que todo mundo tira foto) e é um dos museus de arte moderna mais legais que eu já fui. Sou muito fã de arte moderna, então foi o meu preferido da cidade. A lojinha dele é o máximo também, mas um pouco carinha.

– Depois de dois dias andando por Amsterdam fiquei impressionada com o quanto a cidade é limpinha. Tanto em relação a lixo mesmo, quanto a arte de rua. Demorei muito para encontrar o primeiro grafite na cidade, mas quando encontrei… foi um explosão de cores. E o melhor é que foi completamente sem querer. Estávamos andando por um canal e vi lá no fundo um prédio super colorido. Fomos andando até lá e tcharan:

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Procurem a esquina da Wijdestee com a Spuistraat. Eles ficam por ali.

-De Amsterdam, íamos para Berlin, só que o trem da Alemanha entrou em greve justamente no dia da nossa viagem, então tivemos que ficar mais uma noite lá. Então conseguimos incluir um passeio que estava em stand by no nosso roteiro: ir na Browerij ‘t IJ. O nome é complicado, mas essa é uma cervejaria da cidade que fica um pouquinho longe do centro (mas de Tram, você chega em 10 minutos) e ela fica no único moinho que tem na cidade. Foram as melhores cervejas que eu tomei na viagem toda. Disparado. Vale muito a pena.

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– Passeio pelo Vondelpark. É o maior parque de Amsterdam. Tem alguns restaurantes e biergartens espalhados por ele, então super recomendo dar uma voltinha e sentar em um deles para almoçar e beber uma cerveja ou vinho.

 

Apesar de toda a lindeza e fofura, Amsterdam é muito mais lembrada pelo Sexo, Drogas e Rock’n’Roll. E é isso mesmo que você encontra lá, ainda mais andando pelo Red Light District. Os Coffeeshops estão espalhados por todos os cantos, assim como as lojinhas especializadas em alucinógenos.

Andando pelo Red Light District você vê as meninas (me surpreendi como a maioria é feia) nas vitrines, várias casas de sexo ao vivo e sex shops.

Acho que só fica faltando o Rock’n’Roll. Esse não vi muito por lá não hahaha

 

Das cidades que visitei nessa viagem, Amsterdam é, definitivamente, uma das que quero voltar em breve, mas no verão. Aliás, se você não for um apaixonado por frio e louco pra ver neve, recomendo MUITO que marque sua viagem para a Europa quando for verão por lá. O clima e a alegria das cidades se transforma e parece que tudo fica mais bonito.

Essa foi a principal diferença que senti entre Berlin que fui há dois anos atrás e agora. Esse é o nosso próximo destino. Aguardem 🙂

 

Beijos

Pra Que Lado… é o Mundo: Bélgica

OK, os planos de postar da viagem foram por água abaixo. Sorry, pessoal.

Cheguei ontem de viagem e vou fazer um post para cada cidade que fui, do que vi de mais legal, do que vi de mais furada e compartilhar com vocês os perrengues maravilhosos que passei 🙂

 

Na Bélgica fui para Bruges e Bruxelas. Fiquei uma noite em cada, então vou reunir os dois aqui nesse post.

Para começar, a primeira dica que dou é: dê prioridade a Bruges. A cidade é muito fofinha, cheia de barzinhos e restaurantes. Chegamos lá numa sexta e a sensação que tivemos é de que é uma cidade de fim de semana mesmo. Então, dica dois: inclua Bruges em um fim de semana 😉

Depois de três noites em Paris e uma em Bruges, fomos para Bruxelas, que é uma cidade que, para nós, deixou MUITO a desejar no quesito beleza (o nível tava alto também). A parte histórica é legal, mas a primeira impressão que ficou foi a de uma cidade grande, meio suja e com pessoas esquisitas.

Por isso, digo mais uma vez: dê prioridade a Bruges.

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A Bélgica é um dos países que tem as cervejas mais famosas do mundo então já chegamos animados pra fazer uma degustação. Bruges tem muitos barzinhos, um do lado do outro, então fizemos um pseudo Pub Crawl. O preço das cervejas raramente passa dos 5 Euros.

Em Bruxelas, um dos bares mais conhecidos é o Delirium Café e, esse sim, acho um programa legal pra fazer por lá. Não é apenas um bar, mas um complexo de bares, então se um tiver cheio, você pode tentar o outro ou até ficar na ruelinha que tem entre eles. Não passa carro e fica bem animado.

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Obs: a Leffe Ruby é a pior cerveja que eu já tomei na vida. Ela é doce, meio frutada. Tem quem goste, mas eu odiei.

Não conhecia a Vedett e amei!

 

Em Bruxelas tem duas coisas que eu queria ter feito e não consegui por falta de tempo:

– Museu René Magritte

– Atomium

Também ficamos com vontade de ir a Antuérpia, uma cidade ali por perto. É bom que já vai dando o gostinho de quero mais pra uma próxima viagem.

 

Imperdíveis:

Comida: Croquete de queijo. Sério, é sem palavras.

Barzinho: ‘t Brugs Beertje em Bruges e Delirium Café em Bruxelas

Cervejas: Vedett e St. Bernardus. Vale provar também a Brugge Zot, é uma cerveja de Bruges mesmo e muito boa.

Chocolate: Não preciso nem dizer que o melhor chocolate do mundo é o Belga. Prepare-se para encontrar um loja maravilhosa de chocolate a cada passo que der ❤

 

Próxima parada: Amsterdam. Aguardem! Juro que não vai demorar muito!

Beijos