Mandalay – Myanmar

Estou numa seríssima crise com o meu Iphone e o Icloud e, por isso, as minhas fotos da Tailândia estão presas em algum lugar da nuvem e eu não consigo acessar (estou calma por fora, chorando aos prantos por dentro). Assim que eu conseguir uma ajuda divina de Steve Jobs ~ ou de algum funcionário da Apple ~ escrevo o post das cidades da Tailândia. Então, já começando disruptivamente e fora de ordem, vamos falar de Myanmar ❤

Pra começar as dicas, a primeira de todas é: vá logo pra Myanmar.

O país viveu por muito tempo completamente fechado para o mundo. No período em que a globalização correu solta e tudo mudou tão rápido, eles estavam lá fechados, vivendo num mundo que era só deles. Sem contato, sem turismo, sem nada. Até 2010 era super difícil entrar no país. Muitos turistas eram barrados e o visto era quase impossível de se conseguir.

By the way, o visto. Hoje é SUPER fácil. Só entrar nesse site aqui, fazer a solicitação, pagar (50 dólares) e esperar que ele chega pra você por e-mail alguns dias depois.

Continuando… em 1988 eles sofreram um Golpe Militar e só no ano de 2010 esse regime acabou. Sentimos que isso influencia muito a forma como os Birmaneses se comportam perante a nós turistas. Acho que submissão por ser uma palavra forte, mas muitas vezes nos sentimos rainhas e ficamos até incomodadas. Em Mandalay, principalmente, onde o turismo não é tão forte quanto Bagan e Yangon, sentimos isso ainda mais forte. A pureza deles é inexplicável. Só indo pra lá (o quanto antes) pra ter essa sensação.

Em 2015, enfim, eles tiveram uma eleição democrática e 2016 um governo escolhido pela população assumiu. Então estar lá em 2016 foi ainda mais especial ❤

Pegamos um vôo saindo de Bangkok em direção a Mandalay. Fomos de Air Asia e o vôo não passa de duas horas. Ida e volta de Mandalay pra Bangkok foi R$750,00 (vou sempre colocar os preços dos vôos nos posts pra dar uma noção de custo pra vocês. O que encareceu a nossa viagem foram os vôos. De resto, tudo é muito barato).

As ruas de Mandalay são numeradas (tipo NY), então nesse sentidos, é super fácil de andar por lá. PORÉM, é muuuuuuuita moto! Caótico! Pra atravessar a rua você entrega pra deus e se joga hahahaha se não você não consegue atravessar nunca.

Ficamos 3 noites em Mandalay. No primeiro dia chegamos um pouquinho depois do almoço, mas resolvemos almoçar o lanche do avião e passear. Saímos as duas de short. Paramos a cidade. hahaha Tive muita vontade de voltar no hotel pra trocar de roupa, mas acabamos desistindo. No início me senti zero segura, mas era só uma questão de que ser ocidental, com o cabelo pseudo loiro, de short e andando ali no meio deles… era muita coisa nova ao mesmo tempo. Todo mundo olhava pra gente, mas era só a gente dar um “hi”e um sorriso, que recebíamos de volta um sorriso ou até uma gargalhada tímida. Se isso não é amor, não sei o que pode ser!

Fomos passear no Zay Cho Market, um mercado que tinha perto do nosso hotel. Não vá esperando um night market como os que tem os outros países. Mas vá esperando muitas pessoas por metro quadrado, muitas motos, muitos tecidos pra fazer os longyis (a saia que homens e mulheres usam por lá), muita comida de rua (que não tivemos coragem).

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Nesse mercado compramos nossos longyis, que usamos nos dias que ficamos por lá (e trouxemos pro Brasil pra fazer saias lindonas ❤ ). Depois fomos jantar e dormir cedo. Até porque tudo fecha por volta de 22:00. Não tem muito o que fazer.

(Vou reunir as dicas de restaurantes no fim do post)

Ficamos dois dias inteiros em Mandalay. Como é super difícil achar na internet o que fazer por lá, achamos melhor fechar um guia pra nos acompanhar durante o dia e foi a melhor coisa! Tínhamos um motorista e uma guia fofa-toda-vida que cuidavam da gente, nos ensinavam tudo. E nos davam até toalinhas pra limpar os pés depois de andarmos descalças pelos templos.

Pra fechar com eles também, manda um e-mail pra tour@onestop-myanmar.com e fala pra fechar o tour com a Ma Thin Thin Nwe. O tour de dois dias foi 122 dólares por pessoa. Não é o mais baratinho, mas acredite. Fazer por conta própria e ver tudo é quase impossível.

Então começamos o dia visitando um monastério. Chegamos lá no momento em que os monges formam um fila, recolhem doações e vão almoçar.

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Seria emocionante, se não tivesse um monte de turistas enfiando suas câmeras gigantes na cara dos monges como se eles fossem uma atração de circo. Ficamos bem incomodadas. Dava vontade de gritar “oooooooooou sai daí!” hahaha

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Agora a partir daqui, não lembro a ordem dos lugares que eu fui. Então seguem imagens de lugares lindos em ordem completamente aleatória hahaha

U-Bain Bridge

Diz que é a maior ponte de madeira do mundo. O pôr do sol de lá é lindo! Embaixo da ponte tem bastante lixo e isso é meio bad =/ Acho que quando o turismo em Mandalay for mais forte, vai ser o lugar mais visitado com certeza. Quando estávamos lá vimos basicamente pessoas de lá mesmo curtindo o fim do dia.

Kuthodaw Pagoda

Quando vi fotos das pagodas de Mandalay essa foi a que eu fiquei mais louca pra ir. Amo/sou coisas simétricas e cheguei lá já pronta pra tirar essas fotos hahaha

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U Min Thonze Pagoda

A mais querida e amada entre as fotos que postei em Mandalay. Realmente é linda mesmo!

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Sutaungpyei Pagoda

No alto do Mandalay Hill fica essa pagoda que, pra mim, é a mais linda. Super colorida, cheia de mosaicos, com uma vista 360 da cidade.

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Mandalay Hill visto de longe

Sagaing Hill Temple

Em outro morro da cidade, também com uma vista linda e super colorido ❤

Os templos de Mandalay são os mais coloridos que vimos nesse tour pela Asia. A decoração que os Birmaneses fazem no altar que eu não curti muito. Rolam umas luzes neon que não fazem muito sentido, mas eles amam! E é isso que importa.

Um dos momentos que mais me marcou quando estávamos por lá foi quando estávamos saindo de um dos templos e passamos por várias famílias super arrumadas, indo pra alguma cerimônia. Aí nossa guia nos explicou que era uma Noviciation Ceremony.

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Pelo menos uma vez na vida os birmaneses tem que ser monges. E esse é o momento em que os pais entregam os filhos ao monastério. Aí as crianças e os pais usam essas roupas super coloridas e arrumadas e seguem numa espécie de carreata até o templo.

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Essa é uma menininha monge simpática demais que deu esse sorrisinho tímido pra foto e eu tive vontade de esmagar hahaha

Na verdade, as pessoas todas de lá são muito especiais e marcantes. Andando pela rua muitos quiseram tirar fotos com a gente. Daí a gente também pedia uma foteeenha né?

No segundo dia pegamos um barquinho pra ir pra um outro ponto da cidade, Mingun. Lá tem um templo enorme, um sino que você consegue até entrar dentro e um vilarejo que paramos até pra tomar um chá pra ficar conversando com a nossa guia. Voltamos de lá com o sol se pondo no rio, tomando uma cerveja local (que se chama Myanmar haha) e comendo um amendoim. A gente não precisava de mais nada!

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Hotéis em Mandalay

Nos últimos anos Mandalay ganhou muitos hotéis, mas ainda assim, as opções não são muitas. Foi o lugar que tivemos mais dificuldade de achar alguma coisa ok pela média de preço que a gente procurava. Ficamos no Hotel 8. Ele é bem simples, o custo benefício é ótimo e os funcionários são uns amores. Super prestativos! Além de ficar bem no centro.

Restaurantes

Chega uma hora que você enjoa da comida asiática. Quando cheguei em Mandalay eu tava nesse momento hahaha então comecei a catar no TripAdvisor onde poderíamos comer uma comidinha ocidental de boas. Comemos em dois lugares lá que eu quero recomendar aqui:

Bistro At 82nd

Como o nome diz, ele fica na 82ª rua. Bem pertinho do nosso hotel. Fomos num momento meio almoço meio jantar e só tinha turista. Mesmo assim, não muitos. A comida era bem gostosinha. Depois de comer, pegamos um vinho e fomos pra única mesinha que eles tem do lado de fora pra ver o movimento. Apesar do calorão, recomendo fazer isso.

Café City

Fomos lá depois do primeiro dia de passeio porque eu tava louca pra mandar ver num hamburguer hahaha chegando lá pedimos uma massa mesmo. Tava ótima! Esse só tinha a gente de turistas, o que é legal também. Eles também tem comida local por lá.

A comida local

Durante o passeio paramos pra comer em restaurantes locais. A comida de Myanmar foi a que menos gostamos. O problema de tudo é o cheiro, que é muito forte. Mas também nada que te impeça de comer hahaha vale a pena provar só pra ver qual é.

Nossa guia nos levou pra almoçar no Unique, que é beeem asiático. Foi o melhor rolinho primavera da viagem inteira.

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Espero ter inspirado vocês a irem pra Mandalay ❤

Próxima parada é Bagan!

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Sudeste Asiático 2016/2017 – O roteiro

Aqui vos fala uma pessoa feliz da vida e plenamente realizada depois de 35 dias de uma aventura pelo outro lado do mundo. Quem me acompanha pelo Instagram deve ter sentido um pouquinho dessa felicidade por lá, eu acho. Porque tava transbordando!

Vai ter surra de post com todas as dicas dos cinco países que eu fui. Vou me esforçar pra tentar convencer todo mundo a comprar uma passagem asap 🙂

Pra começar, o mais pedido: o roteiro! Foram 5 países e 11 cidades

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Tailândia

Bangkok – 2 noites

Ayutthaya – 1 dia (saímos de Bangkok de manhã, passamos o dia lá e a noite pegamos o trem pra Chiang Mai)

Chiang Mai – 2 noites, mas eu ficaria mais uma.

Myanmar

Mandalay – 3 noites

Bagan – 3 noites

Laos

Luang Prabang – 3 noites, mas viveria uma vida lá vendendo miçanga hahaha

Camboja

Siem Reap – 3 noites

Filipinas

El Nido – 5 noites, mas ficaria mais uma.

Moalboal – 2 noites, mas não ficaria lá.

Oslob – 2 noites, mas ficaria 3 (pra compensar as que eu não ficaria em Moalboal e incluiria Bohol)

(Explicando: Moalboal e Oslob ficam a 2 horas de distância uma da outra. Todas as atrações são no meio do caminho entre as duas. Mas em Oslob que fica o mergulho com os tubarões baleia, que é as 6 da manhã. Apesar da cidade de Moalboal ter mais coisas pra fazer, ainda assim, ficaria só em Oslob pra não ter que madrugar e só iria em Moalboal pra uma das cachoeiras e almoçar por lá depois).

Boracay – 5 noites e tá bom porque se não você não volta vivo de tanta festa hahaha

 

Porque praia nas Filipinas e não na Tailândia? 

Quando fechamos o roteiro e todo mundo me perguntava se eu ia pras praias na Tailândia e eu dizia que não, que ia nas Filipinas, sempre ouvia um “aah” meio duvidoso. E essa acho que foi uma das melhores decisões da viagem.

Passamos as últimas duas semanas do ano na praia. Isso significa que é férias pra quase todo mundo. As praias tailandesas são lindas e muuuuito mais famosas que as filipinas. O que significa que normalmente, elas já recebem muitos turistas. Nessa época do ano então, vocês podem imaginar. É surra de chinês e suas câmeras enormes pra todos os lados. Confirmamos isso no vôo de volta (que parecia ter sido fretado pelo Brasil hahahaha só brasileiro) e deu até um alívio.

El Nido fica na ilha de Palawan e é um dos lugares mais lindos que eu já vi na minha vida. Moalboal e Oslob ficam em outra ilha, Cebu. Tem passeios bem específicos e diferentes pra fazer (cachoeiras de água azulzinha e o mergulho com tubarão baleia). E Boracay é a ilha mais cheia (ainda mais no Reveillon, que foi quando estivemos lá). É conhecida como a “Ibiza das Filipinas”. É festa todo dia. Perda de saúde mesmo hahaha mas depois você recupera.

De todas as cidades que fomos, só Boracay era bem cheia. O resto era uma paz! El Nido então, é um paraíso (ok, deu pra entender qual foi a minha preferida, né? Já inclui no seu roteiro?). Depois vou fazer um post falando mais de cada cidade.

Ah! E um bônus. Éramos pouquíssimos brasileiros por lá. Em Boracay então… Só tinha a gente praticamente.

Como chegar lá? 

Eu fui com uma amiga que mora em SP e tinha duas opções: ir de Emirates (saindo do Rio) ou de Ethiopian Airlines (saindo de SP). Na comparação, pra mim, o preço das duas era basicamente o mesmo. Pra ela, a Emirates sairia bem mais cara. Então pra não arriscar chegar do outro lado do mundo separadas, nem fazer uma viagem tão longa sozinhas (são quase 24 horas pra chegar em Bangkok. É chão e não é fácil, gente), escolhemos ir de Ethiopian Airlines.

Classe econômica é igual pra todas as cias, né gente. Não tem muita diferença. Mas a Ethiopian perde pontos num quesito muito importante: a televisãozinha. O touch é horrorosooooo! Não funciona nem por reza braba. Mas ai você pode controlar pelo controle na poltrona. Ai você escolhe o seu filme e só tem legenda em japonês, chines, etiopês (hahahah sei lá como é). Ethiopian, fica aqui o pedido de tantos brasileiros que voam com vocês a cada dois dias: legendas em português ❤ Nunca te pedi nada! Pra um vôo tão longo, entretenimento é essencial!

E o trajeto é seguinte. Tem vôo a cada dois dias saindo de Guarulhos sentido Adis Abeba (na Etiópia), com uma escala (sem sair do aviã0) em Lomé, no Togo. Gente, descer em Adis Abeba é uma experiência! Fiquei pirando nas roupas que as pessoas usavam. E é só isso que você vai ter pra fazer lá no aeroporto, porque ele é super simples. Depois de uma espera de umas 3 ou 4 horas, você pega uma avião sentido Bangkok. Esse avião foi BEM melhor que o primeiro, tanto na ida quanto na volta. Só não entendi porque se esse trecho é bem menor =/

Agora uma coisa que ficamos impressionadas é como teve comida. Muita comida. O tempo todo. A gente até recusava umas refeições de tanto que elas vinham hahaha. E a comida era bem ok até.

O preço da passagem foi R$3.800,00. Mas isso porque também tive que comprar o trecho Rio-SP. Se você sair direto de SP vai ser bem mais barato. Quando eu vi a Emirates tava R$3.700,00 saindo do Rio.

Como viajar por lá?

Existem muitas opções pra viajar lá por dentro do SE asiático. Usamos três cias: Air Asia (pra transitar entre Tailândia, Myanmar e Laos), Vietnam Airlines (quando fomos do Laos pro Camboja. Nosso vôo inicial era via Lao Airlines, mas ele foi cancelado e nos transferiram pra Vietnam Airlines, que é ótima! Acho que foi a melhor!). E nas Filipinas, Cebu Pacific e Philippines Airlines.

Gente, Cebu Pacific… Se conseguirem não pegar ela, façam isso. Foram quatro vôos com eles. TODOS atrasaram. Um deles atrasou três horas. E isso é MUITO chato. Perdemos um dia inteiro por causa disso.

Também tivemos as malas extraviadas em um dos vôos. Mas dessa tiramos um aprendizado. Era um vôo internacional de Siem Reap (Camboja) com parada em Manila (Filipinas) e depois Puerto Princesa (aeroporto pra ir pra El Nido). Aprendemos que assim que você chega num país você PRECISA retirar a mala da esteira e encaminhá-la pro despacho doméstico. Só que a mocinha lá em Siem Reap falou que teríamos que pegar as malas só em Puerto Princesa. OU SEJA, deu no que deu. Foram 2 dois e meio sem malas. Mas eu não sei o que aconteceu que eu tive um feeling que isso ia acontecer e tava com a mochila de mão lotada de roupas hahaha então deu tudo certo. A chegada da mala também foi uma emoção.

É importante saber que o extravio de mala é normal por lá. Uma amiga minha viajou pra lá e isso rolou com ela três vezes. Então a dica é: tenha sempre um backup na mão pra não passar sufoco. E se o sufoco rolar, não se deixe abalar. Chegar num lugar tão incrível e não curtir por causa de uma mala não faz sentido. Sugiro sair pra beber e brindar em homenagem a mala – foi o que fizemos hahaha Uma hora ela chega!

Na Tailândia o trecho Bangkok – Chiang Mai você pode fazer num trem noturno que é ÓTIMO! Ayutthaya fica pertinho de Bangkok e o trem faz parada lá pra seguir pra Chiang Mai. Então você pode ir de manhã de transfer e passar o dia lá fazendo um passeio e a noite embarca no trem pra Chiang Mai. No post da Tailândia falo mais sobre isso 😉

Roupas e Sapatos

Todos os lugares que fomos beiram a temperatura do inferno hahaha então o ideal é levar roupinhas frescas. Contando que você vai visitar templos e precisa cobrir os joelhos e ombros, mas sempre pensando no frescor.

Luang Prabang foi a única cidade que sentimos um frio mais forte de manhã e a noite. Mas aí um casaquinho e uma calça resolvem o problema. Bagan também é mais fresquinha nesses horários. Mas durante o dia é muuuuito calor em todos os lugares.

Sobre sapatos, você não vai precisar de NADA além de um par de chinelos. Nem pro avião. No avião uma meia resolve hahaha

Pensa que nos lugares de templos vocês vai ter que ficar tirando e botando o sapato. E na praia, você só precisa de um chinelo também.

No fim da viagem seu pé vai estar um nojo, mas o que não falta é opção de esfoliação pro pé em todos os lugares por lá hahahaha fizemos uma vez. É sofrido, mas fica lindo depois!

Obs: em Bangkok tem aqueles Rooftops que você pode ir pra jantar ou tomar drinks. Aí sim você precisa de um sapato mais arrumadinho. Pras meninas, uma rasteirinha resolve. Pros meninos, tem que ser sapato mesmo. Tênis não pode.

E lá é barato mesmo? 

Sim! Muito! As opções de comida, a hospedagem, as tralhas que você compra (negociando, sempre). A gente até deu uma ostentada comendo nuns lugares legaizinhos, ficando nuns hotéis maneiros. Mas mesmo assim… tudo super em conta (Brasil dá até uma vergonha nesse quesito de tão mais caro que é).

Você fica enlouquecido mesmo e só pensa em voltar pra lá? 

SIM! SOCORRO! JÁ TO QUASE COMPRANDO A PASSAGEM PRO ANO QUE VEM!

Aguardem os próximos posts com surras de informações e fotos! Ai, tô animada!